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terça-feira, 23 de novembro de 2010

Homem x jogo ou homem jogo???


Estava eu toda contente (ok, nada contente) com uma pequena maquina de tortura nas mãos (vendida por ai como aparelho depilatório) quando em meio ao sofrimento um pensamento me ocorreu. Minha santa avozinha sempre disse que cabeça vazia é oficina do bicho ruim. Certa ela...
Não que meu pensamento tenha sido algo maligno tipo dominar o mundo, saquear os maiores bancos, assassinar a Dilma no dia da posse com uma arma de longo alcance, enviar carta de antrax pra minha arqui-rival ou coisa assim. Meu pensamento foi apenas mais uma serie de viagens de “Madame E x os mistérios do universo”.
Eu jogo rpg desde só Dus sabe quando. E jogo The Sims desde antes disso. E viajo em idéias de universos paralelos, realidades alternativas e mundos dentro de mundos desde que eu nasci.
Alguém nos controla. Fato. Falei sem enrrolação.
Nós jogadores somos criadores de universo, criadores de vidas, zeladores de mundos. Podemos viver na idade média e nos tempos atuais. Criamos seres com inteligência, sentimentos e vontades. Nos divertimos controlando suas vidas e as vezes nos enraivecemos.
E acho possível que talvez, alguém ou um grupo de alguens possa estar fazendo isso conosco. Divertindo-se com nossas vidas, criando uma grande aventura numa mesa enquanto bebe coca-cola e come chips.
Talvez esse(s) seja(m) nosso(s) famoso(s) Deus(s). Talvez nossos personagens de jogo pensem que são reais e nós sejamos seus Deus.
Muitas vezes em papo de bêbado nerd levantei essa questão. Algumas vezes ela foi bem acolhida, outras vezes ela foi zoada. Pode ser que eu seja louca e esteja ainda sobre o efeito do impressionismo causado por jogos que imitam a vida, ou posso estar certa. Posso fazer parte de um jogo que imita a vida de seres maiores e jogar o mesmo jogo. Esses seres podem ser os personagens de algum outro ser que por sua vez é personagem de outro e assim formar um enorme e infinito circulo de mundos que existem um dentro do outro. Universos. Algo meio “Além da Imaginação” e fantástico. Vidas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Teoria do Minotauro segundo Madame E.



Dia desses eu tava na “queridíssima” aula de filosofia da arte e como de costume não prestava atenção em p**** que a professora falava, até queeee, por acaso, num instante ela conseguiu minha atenção antes de eu voltar a me perder em devaneios.
Ela falava alguma coisa sobre a lenda do Minotauro que logo me fez lembrar do homem arvore e em seguida do bebe demônio.Uma teoria nasceu em minha mente perturbada, e eu contentemente inventei de dividir com meu namorado que ficou me olhando com cara de “?” e com um colega, que se deu a rir de minha cara. Confesso não ter compreendido o porquê.
Para encurtar a conversa resolvi dividir minha sabia conclusão com meus amados leitores imaginários, pois sei que eles não rirão de mim. (Pouts, ser zombada até pela minha imaginação seria mesmo uma merda) Mas lá vamos nós...

A TEORIA DO MINOTAURO.

Lá num tempo onde minha vó ainda nem pensava em existir, numa ilha distante nasceu um menino aberração, que por sua forma tão horrenda foi trancado em um labirinto e chamado Minotauro. Pobre daquela criança.
Zapeando canais de TV há um tempo passei por um desses canais de documentário que falava sobre o pobre do “homem arvore”. Um sujeito bacana e desafortunado que por conta de uma bactéria malvada ganhou umas disfunções e sua pele passou a se assemelhar a uma arvore.
Perdida em um desses sites bizarros tempos depois achei o vídeo de uma pobre criança recém nascia, apelidada de “bebe demônio”, também por conta de uma disfunção que fez seus pés e mãos serem parecidos com pés de bode. O mesmo possuía um outro problema que eu já tinha visto num desses programas médicos assustadores, e era, imaginem só, falta de pele. Como não havia pele, seu corpo era frágil, de uma coloração esquisita, disforme e cheio de rachaduras. Seus olhos eram vermelhos. Muito vermelhos.
Estamos em uma época que os avanços da medicina são surpreendentes e que já se pode dizer que esses dois desafortunados não são monstros, e sim desgraçadas e sofredoras almas deformadas.
Continuando nessa linha de raciocínio, o pobre do Minotauro viveu em uma época de trevas e guerras onde a medicina ainda era precária. Ninguém saberia identificar no garoto uma disfunção, o que fez o mesmo ser considerado um monstro terrível e ameaçador.
Claro que também pode ter sido só uma lenda para assustar os moradores daquela ilha prospera, ou pode ter de fato sido um monstro... Quem sabe os mistérios que esse mundo esconde? Pode até quem sabe, vejam só, ser uma forma extraterrestre perdida neste mundo... Mas para mim, ele será sempre o garoto solitário e desafortunado, vivendo em uma época cega e sem recursos...